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quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Peribu lança campanha para autorização de manejo simplificado da melipinicultura

Como organização da sociedade civil que trabalha com o manejo de abelhas nativas na Amazônia há dez anos, o Instituto Peabiru lançou um documento justificando a importância da autorização de manejo simplificado para a meliponicultura. Em verdade, trata-se de questão de interesse em todo o País, e que pode ter alto impacto positivo para as comunidades tradicionais e a agricultura familiar.

O documento, que trata da polinização e, particularmente, do serviço ambiental de abelhas nativas na Amazônia, recomenda que:
·         As Secretarias de Meio Ambiente dos Estados estabeleçam ritos simplificados e céleres no SISFAUNA, e que não haja custos aos pequenos produtores;
·         Isenção da taxa de autorização para a agricultura familiar e comunidades tradicionais. Isto porque a maioria absoluta é de comunidades tradicionais de baixa renda; 

Dispense-se a apresentação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) como ponto obrigatório e, em seu lugar aceite-se outra referência, como um ponto de GPS ou um endereço do local que seja passível de ser encontrado. Deve-se considerar que a regularização fundiária não alcançou diversas regiões, especialmente em comunidades tradicionais, onde muitas vezes o uso territorial é coletivo. Porém, há que se notar que muitos meliponicultores habitam áreas de comunidade tradicional em que não há CAR





Fonte: https://institutopeabiru.files.wordpress.com

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Abelhas-robôs poderão ser agentes polinizadores

Capitaneados pelo o professor Robert Wood, Wyss Institute da Universidade de Harvard, pesquisadores americanos estão conseguindo avanços significativos no desenvolvimento de abelhas-robôs, que possa fazer o papel da coleta e transferência de pólen na lavoura.




Elas têm tamanho inferior a um clipe de papel e pesam 80 miligramas, como seus pares reais. As “RoboBees” representam um marco no desenvolvimento de micro-veículos aéreos. Mais que isso, trazem a expectativa de minimizar os impactos do desaparecimento maciço de abelhas, os polinizadores mais eficientes que se tem conhecimento. Para a economia como um todo, o fenômeno é relevante: um terço do alimento produzido no planeta necessita das abelhas para sua originação.

Claro que essa inédita e polêmica criação viria despertar críticas dos ambientalistas que defendem a biodiversidade, denunciando a criação de animais que de maneira alguma podem substituir a naturalidade. A Greenpeace (uma organização não governamental de ambiente com sede em Amsterdã), fazia previsões de um futuro cheios de micro robôs voando pelo o céu e os perigos que vinham junto.

Porém os cientistas afirmaram que a pesquisa não foi realizada para substituir as abelhas. Não seria sensato, pois a polinização exige milhares de abelhas, “A RoboBess tem como uso potencial a polinização artificial, mas não vemos isso como uma solução viável no longo prazo para compensar o colapso das colmeias. Elas poderiam ser utilizadas pontualmente para esse fim”, argumentaram os pesquisadores.

Os estudos ainda estão sendo aperfeiçoados, pois passam por dificuldades técnicas, tais como conseguir voar com peso extra (pólen), comunicação para executar as tarefas desejadas. Todos esses ajustes levariam um bom tempo até possivelmente entrar no mercado.

Devemos ficar atentos com os avanços tecnológicos, sempre questionando e investigando se eles chegam para somar, melhorar os setores ou para usurpar.






segunda-feira, 24 de outubro de 2016

GPAP participa do VI Encontro de Extensão e Cultura

O VI Encontro de Extensão e Cultura foi um evento promovido pela Universidade Estadual Vale do Acaraú entre os dias 17 a 21, integrado ao Outubro Uva, mês em que se comemora a fundação da universidade. Com o tema “Saberes e Sabores do Semiárido Cearense: o que a sociedade espera da universidade”, a programação contou com a participação do Grupo de Pesquisa com Abelhas e Polinização que ajudou a difundir o objetivo do encontro.
                                                                  Uvanet

O grupo esteve presente na programação do dia 18, em especial na Feira das Profissões, divulgando o profissional de Zootecnia em algumas das suas áreas de atuação: Apicultura e Meliponicultura. Como futuros Zootecnistas e especialistas na área de criação racional de abelhas, o grupo explicou pra o público presente, técnicas de manejos e os trabalhos desenvolvidos pelo grupo que defende a importância e aprimora o setor. Os integrantes puderam mostrar registros de atividades realizadas pelo o grupo que contribuíram para o bem estar da sociedade e do meio ecológico, como por exemplo, capturas de enxames em vias de grande movimentação pública, evitando acidentes e preservando o inseto extremante importante para a sociedade. Colocando em evidência o que as comunidades devem esperar das instituições acadêmicas, tema central do evento.


                                             



                                           Fotos: Prof. José Maria Gomes Vasconcelos
                                                 

O Cronograma relacionado à Feira das Profissões teve continuidade nos dias seguintes da semana realizado também por outros grupos de estudos do curso de Zootecnia da Universidade Estadual Vale do Acaraú.

O GPAP parabeniza a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (PROEX) pela grande organização e a todos os docentes e discentes que se dedicaram bastante para a realização de um dos grandes eventos do ano na Uva.






terça-feira, 4 de outubro de 2016

Dia Nacional das Abelhas

O Dia das Abelhas é lembrado no dia 3 de outubro. Um inseto de grande importância econômica, para a sociedade humana, ecológica e para o meio ambiente. De acordo como os estudiosos, o mundo possui cerca de 20 mil espécies diferentes de abelhas, sendo que, no Brasil, a mais conhecida é a abelha africana, ou Apis mellifera.


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As abelhas são responsáveis pela polinização da maior parte dos vegetais, principalmente os que servem de alimento para a humanidade. Entre as 100 espécies cultivadas, mais de 70% possuem a polinização feita pelas abelhas.

 Mesmo com essa importância para a ecologia, nos últimos anos, diversos fatores têm dizimado grandes populações de abelhas ao redor do mundo. O uso indiscriminado de agrotóxicos é um dos fatores mais importantes para a redução das abelhas. Além dos agrotóxicos, outros agentes têm contribuído para o declínio na população das abelhas, principalmente parasitários, como fungos, vírus e bactérias.

A redução no número de abelhas no mundo pode trazer consequências severas para a humanidade. Como afirmou Albert Einstein, se as abelhas sumirem do planeta, a humanidade terá apenas mais quatro anos de existência.Sem as abelhas, não temos a polinização, não temos a reprodução da flora. Sem a flor, não temos animais e, sem animais, não teremos a raça humana.

Desta forma, é importante lembrar, não apenas no dia 3 de outubro, mas também em todos os outros dias, que tenhamos ações para proteger as abelhas.


Fonte: http://www.calendarr.com/brasil/dia-das-abelhas/