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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Reativação do GPAP para o ano de 2017

No dia 12 (quarta-feira), nesse mês de Janeiro, foi realizada uma reunião com o professor orientador, Dr. José Everton, integrantes e interessados do Grupo de Pesquisa com Abelhas e Polinização como a finalidade de reativação do grupo para esse ano de 2017.




Na mesma reunião foi votado novos ocupadores dos cargos de presidente, vice-presidente, e administradores das mídias: Blogapi, Fanpage oficial do grupo, Jornapis. Também foi elucidado e decido as atividades previstas para serem desenvolvidas no primeiro semestre do ano, tais como trabalhos no Apiário da FAEX, projetos de novas pesquisas e o IV Ciclo de Seminários Sobre Abelhas e Polinização.

Segue os nomes dos responsáveis e seus respectivos cargos decididos na reunião com a concordância de todos:
Paulo Michael Sousa Rodrigues – Presidente
Felipe Barroso de Sousa – Vice-Presidente
Maiara Sales de Matos – Atualização e Edição do Blogapi e Fanpage oficial
Francisco Felipe Monteiro Farias – Atualização e Edição do Blogapi e Fanpage oficial
José Etelvino dos Santos Vale – Edição Jornapis

Lembrando que todos esses cargos não visam privilégios e só funcionarão com a colaboração dos demais, pois independente de cargos, todos possuem o mesmo intuito que o crescimento do grupo e a excelência na formação acadêmica e profissional. 

O Grupo com Abelhas e Polinização esperar alcançar novos resultados neste ano que inicia, resultados que poderão impactar e melhorar a apicultura e meliponicultura regional e nacional. Desenvolver inovações para elevar mais ainda o setor.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

IV Ciclo de Seminários sobre Abelhas e Polinização

O Grupo de Pesquisa com Abelhas e Polinização (GPAP), como grupo de pesquisa da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), tem a honra em convidar aos interessados para o IV Ciclo de Seminários sobre Abelhas e Polinização.





Em 2016 foi realizado o III Ciclo de Seminários sobre Abelhas e Polinização, com o tema “Produtos das Abelhas” com a participação de 75 pessoas. Neste ano, o evento abordará o tema, “Manejo de Colmeias”, com 10 (dez) palestras que falarão sob as diferentes técnicas de manejo de colmeias usadas com objetivos específicos, tais como: Manejo de colmeias para produção de pólen apícola; Manejo de colmeias para produção de Apitoxina; Manejo de colmeias para produção de própolis; Manejo de colmeias para maior produtividade de mel com boa qualidade, etc. Em breve divulgaremos a programação completa, com horários, títulos das palestras e nome dos palestrantes.


O evento ocorrerá nos dias 8 e 9 de Março/17, no Auditório Professor João Ambrósio de Araújo Filho (Auditório da Zootecnia – Campus da Betânia, Sobral-CE).


Para mais informações atualizadas sobre a programação e como participar, acompanhe a fanpage oficial do evento: https://www.facebook.com/IV-Ciclo-de-Semi

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Peribu lança campanha para autorização de manejo simplificado da melipinicultura

Como organização da sociedade civil que trabalha com o manejo de abelhas nativas na Amazônia há dez anos, o Instituto Peabiru lançou um documento justificando a importância da autorização de manejo simplificado para a meliponicultura. Em verdade, trata-se de questão de interesse em todo o País, e que pode ter alto impacto positivo para as comunidades tradicionais e a agricultura familiar.

O documento, que trata da polinização e, particularmente, do serviço ambiental de abelhas nativas na Amazônia, recomenda que:
·         As Secretarias de Meio Ambiente dos Estados estabeleçam ritos simplificados e céleres no SISFAUNA, e que não haja custos aos pequenos produtores;
·         Isenção da taxa de autorização para a agricultura familiar e comunidades tradicionais. Isto porque a maioria absoluta é de comunidades tradicionais de baixa renda; 

Dispense-se a apresentação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) como ponto obrigatório e, em seu lugar aceite-se outra referência, como um ponto de GPS ou um endereço do local que seja passível de ser encontrado. Deve-se considerar que a regularização fundiária não alcançou diversas regiões, especialmente em comunidades tradicionais, onde muitas vezes o uso territorial é coletivo. Porém, há que se notar que muitos meliponicultores habitam áreas de comunidade tradicional em que não há CAR





Fonte: https://institutopeabiru.files.wordpress.com

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Abelhas-robôs poderão ser agentes polinizadores

Capitaneados pelo o professor Robert Wood, Wyss Institute da Universidade de Harvard, pesquisadores americanos estão conseguindo avanços significativos no desenvolvimento de abelhas-robôs, que possa fazer o papel da coleta e transferência de pólen na lavoura.




Elas têm tamanho inferior a um clipe de papel e pesam 80 miligramas, como seus pares reais. As “RoboBees” representam um marco no desenvolvimento de micro-veículos aéreos. Mais que isso, trazem a expectativa de minimizar os impactos do desaparecimento maciço de abelhas, os polinizadores mais eficientes que se tem conhecimento. Para a economia como um todo, o fenômeno é relevante: um terço do alimento produzido no planeta necessita das abelhas para sua originação.

Claro que essa inédita e polêmica criação viria despertar críticas dos ambientalistas que defendem a biodiversidade, denunciando a criação de animais que de maneira alguma podem substituir a naturalidade. A Greenpeace (uma organização não governamental de ambiente com sede em Amsterdã), fazia previsões de um futuro cheios de micro robôs voando pelo o céu e os perigos que vinham junto.

Porém os cientistas afirmaram que a pesquisa não foi realizada para substituir as abelhas. Não seria sensato, pois a polinização exige milhares de abelhas, “A RoboBess tem como uso potencial a polinização artificial, mas não vemos isso como uma solução viável no longo prazo para compensar o colapso das colmeias. Elas poderiam ser utilizadas pontualmente para esse fim”, argumentaram os pesquisadores.

Os estudos ainda estão sendo aperfeiçoados, pois passam por dificuldades técnicas, tais como conseguir voar com peso extra (pólen), comunicação para executar as tarefas desejadas. Todos esses ajustes levariam um bom tempo até possivelmente entrar no mercado.

Devemos ficar atentos com os avanços tecnológicos, sempre questionando e investigando se eles chegam para somar, melhorar os setores ou para usurpar.